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15 de setembro de 1999
Esta foto representou o Projeto Waraná do Conselho Geral da Tribo Sateré-Mawé para a Agenda 21 na Exposição Universal de Hannover no ano 2000
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Livre Academia do Wará: o Waraná no comando da sua Fundação
Dia 30 e 31 de março de 2017, em Ponta Alegre, son a direção espiritual do Nag Zacarias, os Nag nia da Livre Academia se reunem e discutem pela primeira vez no contexto da celebração do Wará, completando a fundação institucional da Academia de Língua, Ciência, Artes e Letras do Povo Sateré-Mawé frente ao mundo globalizado. Nesses dois dias a Academia para de ser um projeto em construção e começa a construir seus próprios projetos.<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<

Projeto Warana/Agroecologia

Patrocinado pela Petrobras, o Projeto Warana/Agroecologia durante dois anos deu uma contribuiçao muito importante no fortalecimento da atividade agroecologica do CPSM.
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Cursos de boas práticas no Marau
Cursos finalizados à construção do Plano de Manejo Orgânico.
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Produtores e coletores entendem os padrões internacionais de produção orgânica
7-11 março de 2016. Curso de boas práticas agroecológicas e legislação internacional sobre produtos orgânicos para os produtores e coletores da Região do Andirá-Uaicurapá na comunidade de Guaranatuba. Mais um passo importante rumo à construção do Sistema Participativo de Garantia num território demarcado de 800 mil ha totalmente livre de agrotóxicos, rumo à Denominação de Origem do Waraná, rumo a um usufruto verdadeiramente sustentável, autônomo e coletivo dos recursos naturais da Terra Indígena Andirá-Marau. Com Ramon Weinz Morato do Núcleo de Agroecologia do Idesam, Jorge Claudio Muniz Nascimento da Cotempa e Alexsandro de Seixas Engenheiro Florestal.
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Nossa andiroba
• Na temporada de coleta da semente de Andiroba é permitida a retirada de apenas 60% por cento das sementes da área de extrativismo de cada arvore, o 40% fica para a reposição da floresta nativa. • Deven ser coletada as sementes que se encontram caídas ao pé da arvore, no paneiro ou em saco de fibra, para o transporte até a casa do coletor. • Após isso a semente deve ser lavada em agua corrente, para identificar e selecionar as sementes que estão em boas condições, aptas a ser comercializadas. • Após seleção, colocam-se as sementes em sacos de fibra para o transporte até a unidade de beneficiamento em Parintins.
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A copaiba do baixo Andirá
Nossas regras para produzir copaiba de primeira sem prejudicar o meio ambiente: • Óleo de Copaíba deve ser extraída com o trado de meia polegada. • Furar a mesma arvore no máximo 3 (três) vezes para achar o centro da veia, caso não encontrar deve tampar os buracos com tampa demadeira pequena, do diâmetro das perfurações Assim que sair o Óleo deve colocar uma torneira e apare o óleo no recipiente limpo como (bobonas virgem ou em garrafa pete recicláveis mas antes de usar deve ser lavadas com aguas correntes e secadas para poder utilizar para o transporte dos mesmo.adeiras pequenas com diâmetro das perfurações. • A cada 6 meses está pronta para retirar o óleo novamente. • Posteriormente trazer para Unidade de beneficiamento.
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Processo seletivo da Licenciatura Indígena em Políticas educacionais e Desenvolvimento sustentável.
https://goo.gl/photos/RV4gvyKGakU6F5bGA
Primeira prova, escrita e oral, em Maués, 14 -15 de abril de 2014. Comissão de avaliação formada pelos Professores Sateré-Mawé nomeados pelo CGTSM: Aristides Michiles, Sidney Michiles, Jesiel Santos dos Santos, Cenila Santos dos Santos; coordenada pelo Doutor Maurizio Fraboni. Ao mesmo tempo, outra prova seletiva estava acontecento em Parintins, sendo alí a comissão formada pelos professores José de Oliveira e Eliseu Ferreira Batista, nomeados pelo CGTSM e pelo Mestre Rafael Illenseer, coordenada pelo Mestre Maurício Adu Schwade.
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Produtores reunidos na Olaria dos Padres: a construção coletiva do Protocolo de produção do Warana

15 de fevereiro de 2005 - Esta reunião marcou historicamente o ponto de partida do nosso longo caminho para ver reconhecida a Denominação de Origem do Waraná da Terra Indígena Andirá-Marau.
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O crajiru de Nova União e Castanhal

Visita do Sistema de Contrôle Interno antes da inspeção da Certificadora de orgânico. Nosso crajiru além de orgânico, é de semente nativa e jardim florestal. Ele é o crajiru originário do Nusoken. (início 2016)
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mapas
Terra Indígena Andirá-Marau. Os mapas e croquis são de várias épocas, misturados. O conjunto de formas e cores é um reflexo da beleza do caminho que trilhamos.
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O Consorcio dos Produtores sateré-Mawé e a marca Nusoken na Festa do Guaraná de Maués
2015. Já se passaram treze anos desde quando a Dona Zenilda contou que, voltando do trabalho de coleta de lixo na Região do Marau, tinha escutado nos bares de Maués um pessoal comentando o fato que os Sateré vendiam o guaraná na Europa a preço bem mais alto do que na praça. Alguém dizia: "Viram? Os índios pularam a cerca!". A partir de lá, os "índios" continuaram pulando cada vez melhor, mas a cerca ficava lá. Mas, até que enfim, o convite ao Consórcio dos Produtores Sateré-Mawé para participar de verdade, como convidado respeitado, da Festa do Guaraná da Prefeitura, nos diz que a partir desse dia fixado nessas fotos, aquela cerca começa a ser quebrada!
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20 de setembro de 2015: Nusoken na Exposição Universal na Itália
A marca Nusoken foi convidada pela APEX (a Agencia de Promoção das Exportações Brasileiras) a representar o Brasil que da certo no Pavilhão do Brasil da Exposição Universal de 2015 em Milão, dedicada ao tema "Alimentar o Planeta". Os Sateré-Mawé tiveram assim a oportunidade de organizar autonomamente um simpósio no qual apresentaram seu próprio modelo de etno-eco desenvolvimento, e chamaram seus parceiros internacionais a se confrontar sobre as estratégias através das quais o empreendedorismo social e comunitário poderia promover e valorizar no mercado internacional os produtos da socio-biodiversidade da Amazônia, e sobre os gargalos operacionais a ser enfrentados. O Título do evento foi: "Palavra dos Filhos do Guarana: na Amazônia tem um jardim que poderia alimentar o mundo todo!". Foi um grande sucesso! Contamos com a participação de mais de 80 pessoas, um publico pela maior parte formado por profissionais do setor da cooperação internacional e do comercio justo.
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Inauguração da Unidade de Beneficiamento

23 de maio 2012. Sede legal do CPSM: rua Leopoldo Neves 616, Centro. Parintins - AM. CEP: 69151-065
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Turma da licenciatura indígena LAW-UFAM em Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável

3 de fevereiro de 2015. Licenciatura Indígena. Ensino via Pesquisa, Curriculum pós feito, a partir das problemáticas escolhidas e enfrentadas pela própria turma em interação continua com a comunidade. Língua Sateré como língua principal para operacionalizar a atividade prática e teórica. Colaboração com a sociedade civil Sateré-Mawé organizada na construção autônoma da política educacional e do desenvolvimento sustentável do Povo Sateré-Mawé. Interculturalidade como encontro e diálogo entre epistemologias diferentes.Transmissão, reprodução e desenvolvimento da cultura e da ciência Sateré-Mawé através de seus Nag nia e Sacacas. Eis instrumentos e objetivos dessa aventura!
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Primeira Assembleia da AMISM - 1994

Acervo fotográfico da assembleia de fundação da Associação das Mulheres Indígenas Sateré-Mawé em Vila Nova I. 12 de outubro de 1994. Fotos Acopiama.
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30 anos depois, o Tuxaua Donato e a Sônia Lorenz

Outubro 2014. 30 anos depois, a volta da Sônia de novo ao lado do Tuxaua Donato. Desta vez, a ameaça não é mais a Elf Aquitaine, mas o impacto potencial das barragens de São Luis no rio Tapajós. A estupidez humana desta vez não vai procurando chupar o sangue da Terra, mas vai cobiçando até secar suas lágrimas. Para saber mais sobre aquela antiga luta: http://www.nusoken.com/livre-academia-do-wara/segunda-seccao-biblioteca-academica/3
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Nossa unidade de beneficiamento

Desde maio 2012, o Consórcio dos Produtores Sateré-Mawé faz nesse local a transformação final dos produtos do Nusoken: produtos nativos, originários, moldados pela própria Natureza.
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Tirando as mudas de Waraná da mata virgem
https://sites.google.com/a/nusoken.com/portal-dos-filhos-do-warana/noticias-1/albuns-de-google-fotos/17.JPG
As foto são de 1999. O tuxaua Zuzu coletando mudas de filhos do Waraná aos pés da Mãe.
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As crianças Sateré-Mawé continuam protegendo os quelonios.

Março 2013. Nos dias em que o Governo, não satisfeito de secar o Xingu, chega no rio Tapajós usando a força contra nossos parentes Munduruku para continuar sua obra de gratuita destruição dos recursos naturais da Amazônia, o Povo Sateré-Mawé pelo contrário trabalha para reproduzir seus recursos naturais, em prol de toda a região, e em prol do Brasil todo, repovoando de quelônios todos seus rios. Aqui estamos em Nova Alegria, ao longo do rio Uaicurapá, que marca a fronteira norte do território indígena. Do outro lado do rio, logo fora da reserva, ficam as madeireiras fazendo cada vez mais estragos. Agradecemos para essas fotos Satereria (página do facebook de Elias Menezes)
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O selo do Consórcio

Elaborações da logomarca do CPSM. Até à escolha definitiva.
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Projeto Jatropha primeira plantação

2012. O pinhão manso está crescendo........ Ele pode dar biodiesel, para os motores de luz das comunidades e para os barcos, e também serve para evitar a erosão do solo, e para fazer cercas vivas. Tirar energia limpa da biomassa pode ser feito sem destruir o ambiente, consorciando o pinhão com outras plantas úteis. Com o apoio da Lea Nature e a assessoria da Red Internacional de Florestería Análoga, estamos assim plantando uma semente. Aliás, milhares de sementes, para realizações no longo prazo: recuperação da paisagem, e, sobretudo, soberania energética a nível comunitário. A luz é de verdade para todos quando todos podem produzir sua própria luz! Também, gostaríamos de lembrar, assim, levando a frente esse projeto, o quanto a barragem de Belo Monte não serve, e que o mundo seria melhor se, da mesma forma, o Xingu fosse preservado junto com a qualidade de vida dos nossos parentes Kayapó!
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O Projeto Pé de pincha chega no Rio Marau.

Primeira soltura dos quelônios em Vila Miquiles - Rio Marau. 2012
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FENAFRA 2011: o nosso mais bonito estande!

Em quanto dupla Fortaleza de Slow Food, conseguimos na FENAFRA de 2011, no Rio de Janeiro, este maravilhoso estande-astronave, digno de hospedar o Patawi e os produtos do NusokeN!
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Os girais tradicionais

O Guaraná é um cipó, como a videira. Essa é a forma certa de faze-lo crescer, que nossos antepassados nos ensinaram. As fotos são de 2011.
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Rumo à Denominação de Origem do verdadeiro e único Guaraná cultivado e cultuado pelos Sateré-Mawé

2-3 agosto 2011. Reunião conjunta das delegações do Conselho Geral da Tribo Sateré-Mawé e do Consorcio dos Produtores Sateré-Mawé, junto com Ministério da Agricultura, Universidade Federal do Amazonas e Acopiama, rumo ao reconhecimento da Denominação de Origem do verdadeiro e único Guaraná cultivado e cultuado pelos Sateré-Mawé!
Encontro patrocinado pela FAO - Naçoes Unidas, e pelo Ministério de Assuntos Exteriores italiano - projeto Vintequilos executado por ICEI.
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Volta à coleta do lixo não orgânico nas Terras Altas do Andirá e do Marau

O Povo Sateré-Mawé organizado coleta o lixo não orgânico, para proteger a saúde das comunidades e do meio ambiente, desde 1998. Heróica pioneira mana Zenilda, liderando as mulheres da AMISM, financiada pelos produtores de Guaraná. Em 2007 o CGTSM assumiu a gestão direta dessa tarefa, porém logo em 2008 a paralisação dessa instituição e, logo em seguida, as dificuldades da crise econômica internacional, obrigaram a deixar à boa vontade e à consciência dos comunitários a solução desse problema. Agora (julho 2011) a coleta volta a se reorganizar racionalmente, com 3 toneladas tiradas de 29 comunidades das Terras Altas do Andirá e do Marau, com o apoio do Projeto Vintequilos e, pela primeira vez, com a parceria da FUNASA, bancando o diesel. A verdadeira grande conquista de hoje, perseguida durante 11 anos, é esse pequeno embrião de sensibilidade do poder público para com seus deveres.....!
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Curso de Floresta Análoga na Escola São Pedro

Curso intensivo de floresteria análoga ministrado pelo Dr. Ranil Senanayake, da RIFA/IAFN, desde dia 3 até dia 8 de agosto de 2010 na Escola Agricola São Pedro, medio Andirá.
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Curso de Meliponicultura 1.0 -free download-

Curso de Jonilson Laray, tecnico de meliponicultura da Acopiama, construido com os meliponicultores Sateré-Mawé. Uma colaboraçao CPSM-ACOPIAMA, levada a frente com o apoio da Fundaçao Slow Food para a Biodiversidade e do Instituto de Cooperaçao Economica Internacional. Esse produto pode ser livremente baixado, imprimido e utilizado por qualquer comunidade, ou por qualquer homem ou mulher de boa vontade que queira trabalhar com meliponicultura.
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Artesanato tradicional

Produção da AMISM
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Fundação do CPSM: 19 de dezembro de 2008

Nasce no dia 19 de dezembro de 2008, na Ilha Miquiles, o Consórcio dos Produtores. Nasce como Entidade Auxiliar Autônoma do Conselho Geral da Tribo Sateré-Mawé. Nasce para garantir voz e direitos das famílias que trabalhando, criam a autonomia econômica do Povo Sateré-Mawé. Nasce para garantir ao Conselho os recursos econômicos próprios que lhe permitam de não ser manipulado e chantageado por forças externas, e de ter os meios para organizar a construção do futuro autônomo que o Povo quer. Nasce para livrar as famílias da dependência que mata a vontade de viver. Nasce para fazer respeitar no mundo a cultura dos Sateré-Mawé através de seus produtos materiais. Nasce para realizar o artigo 231 da Constituição brasileira que garante o direito ao usufruto coletivo da terra indígena demarcada. Nasce para garantir o respeito da Terra Mãe.
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Fortaleza das abelhas Canudo

A segunda Fortaleza Slow Food ligada ao Convivio dos Filhos do Waraná e Guardiões do Jardim do Imperador.
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Vintequilos - Fotos de Ageu

Aldéia turistica e Centro de excelência de Vintequilos, situada ao ingresso Norte da Terra indígena Andirá-Marau
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O mirantã
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Missão do CGTSM em Cuba em 2005.

Missão do Conselho Geral da Tribo Sateré-Mawé em Cuba, com o objetivo de montar um projeto com uma comunidade do alimento cubana e o patrocínio do Município de Bayamo. A ideia nasceu de um encontro a Terra Madre, em Turim, em 2004. Trata-va se de produzir, em parceria com uma pequena empresa canadense, sucos de fruta nativa de Cuba ao Guaraná, para escoamento na rede turística cubana. Grande entusiasmo e esperança em Bayamo, mas os tempos ainda não eram maduros. Quem sabe no futuro.......
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Colheita do Waraná. Artista Sateré-Mawé desconhecido

Obra de arte fotogrfada em 2003 em Vila Nova do Marau, no barracão da assembleia geral do CGTSM (foto Acopiama).
Alterando as cores, esse desenho é o que utilizamos como pano de fundo do Portal dos Filhos do Waraná: <www.nusoken.com>.
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Viagem ao rio Andirá do telegrafista Raimundo Pio de Carvalho: 1966

Fotos que acompanham o relatório de viagem ao rio Andirá do telegrafista Raimundo Pio de Carvalho ao Senhor Chefe da Primeira Inspetoria Regional do Serviço de Proteção ao Ìndio. Outubro 1966.
Acervo Wolfgang Kapfhammer.
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Fotos que fazem a historia

Em 2009, Rivaldo Gonçalves de Araujo, dono da empresa Agrorisa, a qual na época exportava o Waraná por conta do CGTSM, mostra um pão de waraná tradicional sateré-mawé, conforme ao protocolo tradicional de produção, aos presidentes do Brasil e da Venezuela da época, Lula e Chavez.
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