Conselho Geral da Tribo Sateré-Mawé - CGTSM

O Conselho Geral da Tribo Sateré-Mawé -CGTSM-,
fundado no dia 15 de setembro de 1989,
é a Expressão Política da União das Nações (yvãnia) Mawé e
é o Instrumento Social e Comunitário de Gestão do Território Sateré-Mawé,
o qual é constituído pela Terra Indígena Andirá-Marau.
 O CGTSM é organização membro da COIAB - Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira

DELIBERAÇÕES E ATOS FORMAIS RELEVANTES:


No dia 4 de setembro de 2017, na ocasião da primeira Assembleia do Alto Andirá organizada pela ASAMAV, foi redigida uma carta acatada também pelo CGTSM como legitima reivindicação de todo o Povo Sateré-Mawé. 
A carta, junto a uma breve crônica do evento, foram publicadas no site de "combate ao racismo ambiental" como matéria assinada por Fernanda Cristina Moreira, que presenciou na Assembleia. 
O artigo se encontra na Biblioteca da LAW a esse atalho.


Em reunião de lideranças em Simão organizada pela FUNAI através do projeto GATI na última semana de setembro 2014, é explicada e discutida a proposta de parceria entre CGTSM e Centro de Trabalho Indigenista - CTI, para construir conjuntamente um projeto de etnomapeamento e etnozoneamento da Terra Indígena Andirá-Marau
Aqui a ata
Na ocasião, histórico reencontro entre o tuxaua Donato e a Sônia Lorenz, que em conjunto com o CTI apoiou a resistência da Nação Sateré-Mawé contra a invasão da Elf-Aquitaine nos anos oitenta.

O reconhecimento da plena e inalienável responsabilidade do Conselho Geral da Tribo Sateré-Mawé de gerenciar na Terra Indígena Andirá-Marau qualquer tipo de parceria do Povo Sateré-Mawé na atuação da autônoma gestão do território norteia a cooperação entre CGTSM e a Associação "Amigos do INPA" no âmbito do sub-projeto "Warana - Agroecologia" patrocinado pela Petrobrás.
setembro 2014
Aqui a declaração de princípios na integra



A Assembléia geral do TUMUPE, a organização dos tuxauas da região do Marau, membro integrante do CGTSM, esclarece para a CONAB sobre a fatibilidade das modalidades de financiamento propostas por essa Instituição aos produtores consorciados no CPSM do capital de giro para a safra do Waraná 2013-2014.
9 de dezembro de 2013
leia o documento do TUMUPE


Vão se desfazendo antigas incompreensões, e o Povo Sateré-Mawé é cada vez mais unido! Declaração da AISMA de 11 de dezembro de 2012


A pedido do Ministério Público, a AISMA (Associação Indígena Sateré-Mawé do rio Andirá) esclarece sua posição nos dias de hoje, em dezembro 2012, frente as seqüelas legais de um conflito que estourou entre 1997 e 1999, entre, de um lado, a maioria e a Diretoria do Conselho e, do outro, algumas antigas lideranças Sateré que tiveram um importante papel na luta para a emancipação dos índios: quando o Projeto Waraná parecia coisa bonita demais para ser acreditada e era coisa nova demais para ser facilmente entendida. A AISMA, criada na época em oposição ao rumo tomado pelo CGTSM  aderindo ao movimento do "comercio justo", declara hoje com firmeza, através de seu Presidente, Aldamir da Costa Souza, de reconhecer a legitimitade "do Consórcio dos Produtores Sateré-Mawé/CPSM, criado constitucionalmente na estrutura do Conselho Geral da Tribo Sateré-Mawé/CGTSM", assim como o papel do Projeto Waraná na "valorização dos saberes e conhecimentos ancestrais do Povo Sateré-Mawé".
Da mesma forma, o CGTSM reconhece plena legitimidade às lutas e às atividades que a AISMA leva em frente em prol do Povo Sateré-Mawé procurando salientar e enfrentar problemas específicos da região do rio Andirá, e convida a Diretoria da AISMA para participar com voz e voto da XXI Assembléia  do CGTSM que acontecerá em Vila Nova II do Marau, nos dias 21-22 e 23 de janeiro de 2013.

Leia o documento da AISMA na integra:


Decreto executivo da Presidência do CGTSM, em parceria com a FUNAI, sobre vigilância, que tutela o patrimônio genético e a qualidade do guaraná nativo da Terra Indígena assim como a saúde dos moradores. Baseado nos trabalhos do II Seminário Hate Ywakup - 25 de novembro de 2011.
Eis o texto:
II Seminário Hate Ywakup Nova Esperança - Rio Marau
Nova Esperança, 21 a 25 de Novembro 2011

No II Seminário Hate Ywakup, foi discutido o assunto da Tutela, da saúde e do Patrimônio do povo Satere Mawe.
Com base nessa discussão foi decidido de encaminhar a seguinte proposta:
Que seja criado, através de
uma parceria FUNAI e CGTSM, um sistema de vigilância para que seja respeitado o seguinte conjunto de normas.
É

severamente proibido introduzir na terra indígena Andirá/ Marau, incluindo as comunidades Sateré-Mawé localizadas
em áreas limítrofes;

I- Bebidas alcoólicas industrializadas.
II- Drogas ilegais conforme à legislação Federal.
III- Pesticidas agricolas e adubos químicos
IV- Clones de Guaraná, assim como Guaraná em rama que não seja certificado pelo Consorcio dos Produtores
Satere- Mawe
V- Quaisquer sementes ou muda transgênica




Presidente do Conselho Geral da Tribo Satere Mawe               FUNAI/Maués


                                                  
Comunicado do Escritório de Presidência do Conselho Geral da Tribo Sateré-Mawé - CGTSM 19 de setembro de 2011





atualizado em 2013!




Paulico, na época Capitao geral do Marau, (à direita na foto) levantando com o Tuxaua Zuzu, fundador do CGTSM, a primeira bandeira do Conselho Geral em 1997 (CGTSM no Brasil).

Segunda bandeira do CGTSM, (CGTSM na Amazônia) idealizada pelo tuxaua Zuzu em 1999: "o Puratig estava deitado, mas agora Ele se levanta no Projeto Waraná".

Diretoria do CGTSM no cargo de 2011 a 2015

Antonio Tiburcio Neto,
Presidente do Conselho Geral da Tribo Sateré-Mawé