Convivio dos filhos do Waraná

e guardiões do jardim do Imperador

A COMUNIDADE SATERÉ-MAWÉ É MEMBRO DO MOVIMENTO SLOW FOOD / TERRA MADRE

ano 1669: No ano do primeiro contato dos Mawé com os não indígenas Padre João Felipe Betendorf anota:

"Tem os Andirazes em seus matos uma frutinha que chamam guaraná, a qual secam e depois pisam, fazendo dela umas bolas que estimam como os brancos o seu ouro, e desfeitas com uma pedrinha, com que as vão roçando, e em uma cuia de água bebida, dá tão grandes forças, que indo os índios à caça, um dia até o outro não tem fome, além do que faz urinar, tira febres e dores de cabeça e cãibras."


ano 2013: o Convivio acaba a realização do Protocolo de Meliponicultura, também em versão bilíngüe: Português e Sateré-Mawé. Realizado ainda com o apoio financeiro italiano, desta vez do Município de Milão e do Ministério da Cooperação, via ONG ICEI, no âmbito do Projeto Vintequilos.



ano 2012: O autêntico Waraná da Terra Indígena Andirá-Marau já se encontra nas receitas de grandes cozinheiros franceses, como Michel Bras e Eric Fontanini. Sai uma publicação da Guayapi que se chama pequenos segredos. Porém, é claro que nela são reveladas só aquelas receitas que segredas não são!

ano 2009: primeira versão do folder da Fortaleza do Waraná em francês e em espanhol:



e finalmente, as últimas atualizações em portugues!




ano 2008: depois de 4 anos de trabalho participativo está pronto e editado o Protocolo de Produção do Waraná, em versão bilíngüe: Português e Sateré-Mawé. Constituirá a base para o encaminhamento do pedido de reconhecimento da Denominação de Origem junto ao CIG do MAPA. Realizado com o
apoio financeiro italiano, da Região Veneto, através da Fundação Slow Food para a Biodibersidade, e da Região Lombardia através da ONG ACRA, e brasileiro, do Estado do Amazonas, através da FAPEAM.   

   PROTOCOLO DE PRODUÇÃO DO WARANÁ


ano 2006: na mesma região, com a mesma comunidade (acontecimento quase único até hoje) é reconhecida como fortaleza também a experiência dos Sateré-Mawé de incentivo à proteção e à criação da abelha nativa Canudo, numa variedade típica regional que nos chamamos "canudo sateré-mawé", ou melhor, na língua, awi'a sese: a abelha excelente!

ano 2004: a comunidade dos Filhos do Waraná participa da fundação do movimento Terra Madre.

ano 2002:
a comunidade dos produtores de Guaraná Sateré-Mawé da Terra Indígena Andirá-Marau, em quanto depositária da tradição de domesticação e beneficiamento do guaraná nativo no seu próprio berço ecológico, foi chamada a participar do primeiro grupo histórico de fortalezas internacionais de Slow Food (primeira comunidade representando o Brasil), e convidada para o Salão do Gosto, em Turim, no outubro do mesmo ano, nos dias da eleição do Presidente Lula




Fortaleza do Warana links:
  http://www.slowfoodbrasil.com/content/view/108/60/

 
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CPSM Filhos do Waraná,
4 de jan de 2013 22:07
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CPSM Filhos do Waraná,
21 de dez de 2009 14:11
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CPSM Filhos do Waraná,
4 de jan de 2013 21:48
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Filhos do Waraná,
23 de mai de 2013 15:20
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CPSM Filhos do Waraná,
21 de dez de 2009 14:12
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CPSM Filhos do Waraná,
19 de out de 2009 08:30
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